ICONILI celebra dez anos de história com apresentação gratuita e lançamento em vinil
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ICONILI celebra dez anos de história com apresentação gratuita e lançamento em vinil

Banda mineira lança versão LP de “Tupi Novo Mundo” (2013) em show gratuito que celebra a primeira década de história, dia 22/6, no Teatro Bradesco

Já se vão 10 anos desde que o ICONILI iniciou sua profícua caminhada pela música autoral. Para celebrar essa primeira década de história, a banda instrumental mineira repagina o álbum “Tupi Novo Mundo”, que agora ganha versão em vinil. A bolacha será lançada no dia 22 de junho (quinta-feira), quando o grupo sobe ao palco do Teatro Bradesco para um show histórico, que vai perpassar os dez anos de carreira. Com projeções de Petit Georges, artista plástico e mentor psicodélico do ICONILI, a apresentação será gratuita e realizada pela Fundação Municipal de Cultura, com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura.

A charmosa versão em vinil é chancelada pelo selo Vinyl Land Records, com produção executiva de Luiz Valente, e terá tiragem exclusiva de 400 exemplares. Para o novo formato, as canções foram totalmente remasterizadas no Estúdio Red Traxx Inc, em Miami, pelo engenheiro de som Felipe Tichauer, que já trabalhou com nomes como Rod Stewart, Maria Bethânia, Céu, Elza Soares e Arnaldo Antunes. O LP será vendido no dia do show, por R$ 50.

Além das cinco composições originais do disco, a bolacha ganhou um gostinho de “Piacó”, trabalho de 2015, já que a música “Gentil” foi incluída no projeto como faixa bônus “Escolhemos ‘Gentil’ por ser uma música aberta, que se comunica mais facilmente com as originais do ‘Tupi’. Acredito que ela passa a mensagem de uma boa faixa bônus, além de ter um solo gostoso do João Machala (trombone). Com o tempo passamos a gostar ainda mais dessa composição e, talvez por isso, ela tenha sido a selecionada”, conta André Orandi, membro fundador da banda.

“Tupi Novo Mundo” tem produção musical de Thiago Corrêa, Henrique Matheus e do próprio ICONILI, e foi gravado e mixado no Estúdio Frango no Bafo, em 2012. Com nova capa, encarte e projeto gráfico assinados por André Orandi e Victor Silva, o LP já nasce com cara de exemplar de colecionador.

A BANDA

Criado a partir do encontro entre os músicos André Orandi (teclados e sax alto), Gustavo Cunha (guitarra) e Rafael Mandacaru (guitarra), o ICONILI começou a ganhar forma em 2006, quando Orandi e Cunha vieram do interior de Minas para Belo Horizonte. Na capital mineira, juntaram-se a Mandacaru, ao baterista Pedro de Filippis, e ao baixista Victor Magalhães, e logo começaram a compor. “Esse nosso começo é bem rock psicodélico, progressivo. Surgimos como uma banda de garagem mesmo”, conta Orandi.

Depois do primeiro show, em 2007, o grupo começou a ganhar, aos poucos, novos contornos e integrantes. Com a entrada do baterista Lelin Snips, surgiu a sugestão de incluir a percussão no groove. “Chamamos o percussionista Fábio Feriado e acabou dando certo, porque já estávamos gostando da ideia de ter uma banda grande, meio orquestra, meio xamânica. Depois veio o Rafa Nunes e, quando tocamos com os dois, pensamos: ‘É isso!’. Em seguida, ganhamos a presença da Nara Torres. E agora, entre saídas e entradas, já somos 11”, relembra.

Ainda na fase do garage rock psicodélico, os mineiros lançaram, em 2010, o primeiro e homônimo disco, que também vai ser lembrado no show de comemoração. Em seguida, já caminhando pela vertente do afrobeat e de outras variadas influências africanas e brasileiras, foram lançados “Tupi Novo Mundo” (2013) e a mais recente cria, “Piacó” (2015).

Durante esses 10 anos de estrada, o ICONILI já ocupou os palcos do Circo Voador, no Rio de Janeiro, e do Sesc Pompéia, em São Paulo, além de diversos festivais pelo país, tendo conquistado críticas elogiosas no jornal inglês “The Guardian” e na revista “Rolling Stone”. Entre as experiências internacionais estão shows em Buenos Aires, na Argentina, em 2015, e uma série de cinco apresentações no México, a convite do produtor José Luiz Cruz, do Festival Internacional Ollin Kan Culturas en Resistencia, que aconteceram em maio deste ano.

Outro destaque na trajetória do grupo mineiro foi a vivência musical com o guitarrista e arranjador nigeriano Oghene Kologbo, que integrou a banda do nigeriano Fela Kuti, referência máxima quando o assunto é afrobeat. “Sempre fomos muito influenciados pelo afrobeat, mas nunca tivemos a intenção de ser uma banda do gênero. Nosso som é uma grande mistura. Quando fizemos a imersão com o Kologbo, tivemos um aprendizado do afrobeat original, que foi muito importante para nós. Mas na nossa música sempre abrimos portas para outros lugares, trabalhamos com cortes bruscos”, explica Orandi. “O ICONILI tem uma coisa visceral. É um laboratório de ideias. Estamos tentando fabricar uma música diferente, mas, ao mesmo tempo, sincera e expressiva”, define o músico.

Depois das comemorações dos dez anos de carreira, o ICONILI já se prepara para a produção de dois novos discos, que também vão ser lançados também em vinil. O primeiro traz releituras instrumentais de composições do músico carioca Wilson das Neves, projeto idealizado pelo produtor mineiro Alexandre Segundo. Já o outro é um álbum autorais inéditas que vão passear por novos ambientes musicais. Os dois trabalhos devem ser lançados no início de 2018.

ICONILI 10 Anos – Lançamento do vinil “Tupi Novo Mundo”
Quando. 22 de junho (quinta-feira), às 21h
Onde. Teatro Bradesco (rua da Bahia, 2.244, Lourdes)
Quanto. Entrada franca, com retirada de ingressos duas horas antes do show na bilheteria do teatro. Limite de 4 ingressos por pessoa.
O disco será vendido por R$ 50.
Mais. www.iconili.com.br | facebook.com/iconilibr

ICONILI
Bateria: Matheus Bahiense
Baixo: Willian Rosa
Guitarras: Gustavo Fonseca e Rafael Mandacaru
Percussão: Nara Torres e Rafael Nunes
Sax alto e teclado: André Orandi
Sax barítono: Lucas Completo
Sax tenor: Henrique Staino
Trombone: João Machala
Trompete: William Alves

Ficha técnica “Tupi Novo Mundo” (2013)
Direção musical: ICONILI
Produção musical: Thiago Corrêa, Henrique Matheus e Iconili
Gravação e mixagem: Estúdio Frango no Bafo (2012)
Masterização: Estúdio Red Traxx Inc, Miami (Felipe Tichauer)
Pré-produção: Ana Carolina Antunes e Sílvia Andrade
Produção executiva: Vinyl Land Records (Luiz Valente)
Design gráfico: André Orandi e Victor Silva
Gestão e Produção: Através – Gestão Cultural (Leonardo Beltrão)

Informações para a imprensa:
Fernanda Machado
(31)98858-1296
comunicacaofloriano@gmail.com

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Sobre o autor

CEO e Co-fundador da 2/1 Revista Eletrônica, Relações Corporativas, Ombudsman, atuou no Jornal O GLOBO (GRUPO GLOBO), Diário da Tarde (Diários Associados), Pohlig Heckel do Brasil (Grupo Belgo Mineira) e Diretor de Relações Públicas do Rotary Club

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