FESTIVAL MÚSICA E DEGUSTE LEVARÁ JOÃO BOSCO E OUTRAS ATRAÇÕES À PRAÇA DA ASSEMBLEIA, DIA 4
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FESTIVAL MÚSICA E DEGUSTE LEVARÁ JOÃO BOSCO E OUTRAS ATRAÇÕES À PRAÇA DA ASSEMBLEIA, DIA 4

FESTIVAL MÚSICA E DEGUSTE LEVARÁ JOÃO BOSCO E OUTRAS ATRAÇÕES À PRAÇA DA ASSEMBLEIA, DIA 4 DE NOVEMBRO, COM ENTRADA GRATUITA

 

A capital mineira receberá o Festival Música e Deguste, que levará à Praça da Assembléia, em Belo Horizonte, shows de  João Bosco lançando seu novo álbum “Mano Que Zuera”, Nobat com o show de lançamento de seu segundo disco “Estação Cidade Baixa”, Felipe de Oliveira, Adrianna (ex-back vocal do Jota Quest), La Cumbia Negra, Refinaria e DJ Aída, para um dia inteiro dedicado à boa música e gastronomia – com a presença de foodtrucks.  O evento será no dia 4 de novembro, sábado, a partir das 14h, com entrada gratuita. 

 

Em sua primeira edição, o projeto visa propor ao público a ocupação do espaço público para celebrar as diferentes vertentes culturais do Brasil, por meio da música e da gastronomia. “A idéia do festival é fechar a temporada com shows de qualidade, aberto a todas as idades. Trata-se de um evento familiar, que levará a boa música para a rua. Artistas que geralmente se apresentam em teatros, estarão na praça, com grande estrutura, tanto para o artista quanto para o público. Uma proposta heterogênea que objetiva o diálogo com as várias faixas etárias, classes sociais e gêneros, o que é potencializado pelo caráter gratuito do festival”, descreve o idealizador e organizador, Barral Lima, da produtora pela UnMusic.

 

ATRAÇÕES

JOÃO BOSCO LANÇA NOVO SHOW “MANO QUE ZUERA”

No Festival Sons de Primavera, João Bosco lançará, em Belo Horizonte, o disco “Mano Que Zuera”, primeiro inédito desde 2009. O álbum traz o single “Onde estiver”, parceria com o filho Francisco Bosco, inspirada no estilo Bob Dylan de contar histórias, do qual ambos são admiradores. Com Francisco, João assina outras quatro inéditas, incluindo a faixa título, “Fim”, “Nenhum Futuro” e “Quantos Rios”. Três canções conhecidas ganharam novas versões, uma delas “Sinhá”, composta com Chico Buarque, gravada no álbum anterior do parceiro de João. Aqui, ela aparece em novo arranjo, para o qual Bosco recrutou o violão 7 cordas de Marcello Gonçalves, o bandolim de Luis Barcelos e o violão de Ricardo Silveira. 

 

“João do Pulo”, parceria com Aldir Blanc gravada originalmente há 31 anos no álbum “Cabeça de Nego”, e uma versão instrumental para “Clube a Esquina 2” (Milton Nascimento, Lô e Marcio Borges) surgem interligadas, em uma só faixa do álbum. Em gravação de voz e violão, João incluiu no novo álbum a obra-prima “Coisa n 2”, do arranjador, compositor e maestro Moacir Santos. A parceria Bosco/ Blanc está de volta no samba “Duro na Queda”, clássica representante da nobre linhagem da dupla. “Pé de Vento” inaugura colaboração com o compositor Roque Ferreira, que teve Maria Bethânia como madrinha. Foi a cantora quem aproximou João de Roque quando lhe pediu um arranjo para uma canção do baiano. “Sem saber que foi Bethânia quem nos aproximou, Roque termina o samba citando Oyá. Como a gente sabe, ela é a menina dos olhos de Oyá’”, ressalta. 

 

Arnaldo Antunes, com quem João já queria compor há tempos, é o parceiro em “Ultra Leve”, canção solar que propõe um sobrevoo para além dos cartões postais do Rio de Janeiro. A gravação conta com os vocais de Julia Bosco, em um dueto que ganhará vídeo clipe em breve. 

 

NOBAT LANÇA “ESTAÇÃO CIDADE BAIXA”

O cantor e compositor Nobat – considerado revelação da música de Minas Gerais pela Revista Rolling Stone Brasil, lançará seu segundo disco “Estação Cidade Baixa”, que sairá pelo selo Un Music. O álbum traz nove canções autorais que o artista dividiu em três EPs cada um com três músicas. No Estação, que versa sobre idas e vindas, morte e nascimento, encontros e despedidas estão as canções Maria Clara, Nova Era e Bia; Em Cidade, que discute a Belo Horizonte contemporânea e as camadas sócio-políticas de seu imaginário atual estão as músicas Praia da Estação, Mar ia e Meletta; e Baixa, um EP mais denso, que tem temas como a complexidade das relações afetivas e o deslocamento dos seres nas paisagens urbanas traz as músicas Desentoado, Eu Não Morreria Por Ti e Galeria.  

 

Luan Nobat inaugurou o seu projeto musical solo em 2012, com o lançamento do álbum Disco Arranhado. Depois de se apresentar ao vivo em diversas cidades do Brasil, o músico avançou para uma nova etapa da sua carreira com a publicação de seu segundo álbum, “O Novato”, lançado em novembro de 2015 e considerado pela crítica especializada como um dos melhores trabalhos daquele ano. Sua obra tem por proposta principal a mescla entre elementos do indie eletrônico experimental cruzados com as possibilidades da música brasileira contemporânea. Desde então, Nobat tem captado a atenção da imprensa nacional como o Jornal O Globo Cultural, Estado de S. Paulo, Miojo Indie, Altnewspaper, Scream & Yell, Revista O Grito! e Rock In Press – isto depois de ter sido considerado pela revista Rolling Stone Brasil como a “revelação mineira” dos últimos tempos – e de publicações internacionais como a Beehype, a Sound and Colours Magazine e o português Bodyspace.

 

FELIPE DE OLIVEIRA

Graduado em Cinema e em Gestão Cultural, com filmes premiados em importantes festivais brasileiros, Felipe de Oliveira trouxe de sua atuação na área e também de sua experiência como bailarino de dança flamenca o cuidado estético e a concepção cênica do espetáculo musical. Intérprete, possui raro timbre e desenvolve seu trabalho em torno de composições populares do Brasil. Seus shows têm a proposta de que o espectador vivencie uma experiência que extrapole a música, apropriando-se da herança artística deixada por cantores como Maria Bethânia e Elis Regina, onde a canção é pautada pelo elemento cênico.

Felipe de Oliveira iniciou sua trajetória na música com o espetáculo Histórias do Mundo em Voz e Violão, selecionado pelo Edital de Ocupação dos Teatros Públicos Municipais de Belo Horizonte. Entre várias atuações, em 2016 participou do programa The Voice Brasil, quando obteve projeção nacional para lançar uma campanha de financiamento coletivo para gravar seu primeiro CD, que obteve mais de 170% de sua meta atingida. Recentemente, recebeu um prêmio pela canção “Noite Sem Fim”, ao lado de Dé, pelo Festival Som Plural. Atualmente, está gravando novo disco, com canções inéditas pela primeira vez, a ser lançado pelo selo Un Music, em 2018.

LA CUMBIA NEGRA

Formada por músicos conhecidos da cena independente do país, La Cumbia Negra é uma junção de amigos que se reuniram para tocar temas de cumbia e rock compostos por Guri Assis Brasil (Pública) e Gabriel Guedes (Pata de Elefante), ambos guitarra. Para dar o ar dançante e tropical, os músicos chamaram Thiago Guerra (bateria), Klaus Senna (baixo), Guilherme Almeida (teclado) Igor Caracas (percussão) e o conhecido produtor musical Carlos Miranda para assumir a percussão e fechar o time.

La Cumbia Negra mostra, em temas autorais, o que melhor se faz no estilo que deixa qualquer pista em chamas. O som tem influencias da cumbia, chica, rock e ritmos brasileiros vindos do Norte, como o carimbó e a guitarrada. O show coloca todo mundo para dançar com a forte percussão e suas guitarras carregadas de fuzz. Cumbia é um ritmo dançante presente em toda a América Latina. Ainda que tenha diferentes sotaques em cada país, é bastante popular em todos eles No Brasil, chegou metamorfoseada: ora com acento eletrônico, ora misturada ao rap. Mas La Cumbia Negra não é nada disso. “Não é cumbia de lugar nenhum. Tem influência do blues, do rock e da música regional brasileira. A gente não tenta ser uma banda de cumbia legítima”, diz o veterano produtor Carlos Eduardo Miranda.

 

REFINARIA

 

A banda traz arranjos diferenciados em grandes hits nacionais e internacionais. Formado em 2003, o grupo é resultado das ideias dos músicos e produtores Barral e Robinson Matos, que pensaram em desenvolver um trabalho com sons brasileiros e tendências musicais misturando Bossa Nova com Trip Hop e Acid Jazz com Samba. 

 

ADRIANNA

A cantora interpreta grandes obras da Black Music brasileira dos anos 1970, movimento esse inicialmente marginalizado e que nos últimos 30 anos foi influência para grandes artistas brasileiros como banda Black Rio, Sandra de Sá, Maurício Manieri, Jota Quest.

 

DJ AIDA 

Amante do rock, soul, jazz e pop, a DJ Anda, mineirinha de Itabira radicada na capital desde a infância, tem em sua trajetória 12 anos de discotecagem, com atuação em diversos eventos e grandes festivais, levando a boa música de todos os tempos aos bons ouvidos.

 

SERVIÇO

Festival Música e Deguste 

Data: sábado, 4/11

Horário: a partir das 14h

Local: Praça da Assembleia/BH

ENTRADA GRATUITA

 

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0 0 880 01 novembro, 2017 Agenda Cultural novembro 1, 2017

Sobre o autor

CEO e Co-fundador da 2/1 Revista Eletrônica, Relações Corporativas, Ombudsman, atuou no Jornal O GLOBO (GRUPO GLOBO), Diário da Tarde (Diários Associados), Pohlig Heckel do Brasil (Grupo Belgo Mineira) e Diretor de Relações Públicas do Rotary Club

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