Rodrigo Pederneiras (re)constrói o poderoso glossário de gestos e movimentos a que teve acesso
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Rodrigo Pederneiras (re)constrói o poderoso glossário de gestos e movimentos a que teve acesso

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GRUPO CORPO

¥ TEATRO ALFA, SÃO PAULO ¥ 4 A 13 DE AGOSTO ¥

¥ THEATRO MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO ¥ 23 A 27 DE AGOSTO ¥

¥ PALÁCIO DAS ARTES, BELO HORIZONTE ¥ 2 A 6 DE SETEMBRO ¥

¥ TEATRO DO SESI, PORTO ALEGRE ¥ 7 E 8 DE OUTUBRO ¥

§ Gira

S.f. Bras [Do quimbundo njila, ‘giro’; do quicongo nzila, ‘caminho’]

Nos candomblés angola-congo e na umbanda, roda de fiéis em que se cultuam com cânticos e danças rituais, ger. girando em círculo, as entidades (‘seres espirituais’) do terreiro ou centro.

Mesmo que jira, enjira, canjira, corruptelas de Njila, Pambunzila, Bombojira, alguns dos nomes relacionados a Exu nos candomblés angola-congo.

Os ritos da umbanda – a mais cultuada das religiões nascidas no Brasil, resultado da fusão do candomblé com o catolicismo e o kardecismo, e patrimônio imaterial do Rio Janeiro desde novembro passado – são a grande fonte de inspiração da estética cênica de Gira, a mais nova criação do Grupo Corpo, fruto da parceria inédita com a banda paulistana Metá Metá, que assina a música original do espetáculo.

Mas é Exu – princípio dinâmico, sem o qual tudo seria estático, mensageiro entre o mundo espiritual (Orun) e o mundo material (Aiye), Deus da expansão e da multiplicação infinita, senhor de todos os caminhos e aquele que faz o torto endireitar e o direito entortar, na cosmologia africana – quem guia e atua como força propulsora ao espetáculo, que estreia em 4 de agosto, uma sexta-feira, no palco do Teatro Alfa, em São Paulo, onde fica em cartaz até o domingo, dia 13, partindo em seguida para uma ‘gira’ por três capitais brasileiras: Rio de Janeiro (Theatro Municipal, 23 a 27 de agosto), Belo Horizonte (Palácio das Artes, 2 a 6 de setembro) e Porto Alegre (Teatro do Sesi, 7 e 8 de outubro).

Com coreografia de Rodrigo Pederneiras, cenografia de Paulo Pederneiras, iluminação de Paulo e Gabriel Pederneiras e figurinos de Freusa Zechmeister, o novo balé se apresenta em programa duplo com Bach, de 1996, obra marcada também por uma intensa carga de religiosidade, que tem como ponto de partida uma criação livre de Marco Antônio Guimarães sobre a música do alemão Johann Sebastian Bach e há exatos dez anos não é encenada no Brasil.

Chão, céu, caos

Conhecido por sua aproximação da cultura afro-brasileira através dos cultos religiosos (candomblé) de influência iorubá, fon e bantu, o Metá Metá (“três ao mesmo tempo”, em iorubá) lançou a isca durante um dos primeiros encontros sobre a trilha, realizado em um estúdio em São Paulo, em outubro passado. Ao conceber seu terceiro disco, o MM3, lançado em março daquele ano, o trio formado por Juçara Marçal (voz), Thiago França (sax) e Kiko Dinucci (guitarra) pretendia dedicar o trabalho, de cabo a rabo, ao mais humano dos orixás: Exu. Mas acabou por não fazê-lo. E vislumbrava agora, na oportunidade oferecida pelo Corpo, um excelente pretexto para consumar este anseio. Diante da força ancestral e do manancial infinito de movimentos envolvidos nos cultos afro-brasileiros, não foi preciso mais que um átimo para convencer os irmãos Pederneiras.

Logo, Rodrigo e Paulo deram início às primeiras gestões para penetrar neste universo sem fim e absolutamente desconhecido para eles. A literatura, claro, não deu conta do recado. Era preciso ir direto ao ponto. E, assim, tinha início um processo, digamos, de “pesquisa de campo”, inédito na história da companhia. Em reiteradas visitas a terreiros de candomblé e umbanda, coreógrafo, diretor artístico e bailarinos foram, por assim dizer, incorporando, sob uma perspectiva muito própria, os principais preceitos desses ritos, impulso primordial para a criação do movimento. Por ser mais sincrética e brasileira, a umbanda foi se impondo mais que o candomblé, a que o Metá Metá é tão ligado.

E, como a Arte, por definição, dispensa a literalidade e impõe a cada rito a sua forma, Gira foi se moldando como uma transubstanciação poética da necessidade atávica do homem (chão) de se conectar com o divino (céu) ou simplesmente com o oculto (caos?).

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Um “quadrado” de linóleo negro, de 13m X 9m, intensamente iluminado, demarca o espaço cênico onde se dará a gira que celebra o encontro do Grupo Corpo com o Metá Metá. Em seu entorno, nas duas laterais e ao fundo, onde estariam as coxias, tradicionalmente invisíveis para o público, 21 cadeiras se perfilam em uma área imersa nas sombras e muito sutilmente tangível, que forma uma semiarena. Sobre cada cadeira, uma luz tênue de tungstênio indica que uma presença incorpórea faz morada ali. Concebido como uma instalação, o não-cenário assinado por Paulo Pederneiras cobre com o mesmo tule negro os corpos dos bailarinos sempre que estão fora da cena, transformando-os em éter, e as três paredes da caixa-preta, criando uma ilusão quase espectral de infinito.

Convidados a entrar ou se retirar do espaço luminoso onde têm lugar a gira, independente da área cênica em que se encontram, os 21 bailarinos do Corpo representam ou estão a serviço sempre de uma entidade. Em seu estado etéreo ou montada em seu “cavalo”. E tudo o que não é isso é igualmente transe, pois é corpo que vagueia no ‘entre’ do movimento encantatório, mais ou menos brusco, de acolher ou de expulsar do corpo o sopro de um espírito que lhe é alheio.

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O que ele quer é pé E não palavra É isso o que ele quer Deus do movimento e emissário entre os planos terreno e divino – sem o qual, nas religiões de matriz africana, o culto simplesmente não funciona –, Exu é o motivo poético que guia os onze temas especialmente criados pelo Metá Metá para Gira. Os títulos das faixas não deixam margem para dúvidas: Ogó (bastão em forma de falo que simboliza Exu), Okuta Yangi (pedra fundamental da mitologia iorubá, representação mais importante de Exu), Bará e Okoto (duas variações de Exu), Sete (Seu Sete é uma das mais populares manifestações de Exu na umbanda) e por aí vai.

Useiro e vezeiro em promover a instauração do caos como instrumento de provocação de uma nova ordem, Èsù (“esfera”, na língua iorubana) parece ter resolvido, matreiramente, fazer eclodir seu talento para reviravoltas no processo de criação da música do espetáculo. Habituados a entrar em estúdio e gravar de prima, como se estivessem em cena aberta, Juçara Marçal, Thiago França e Kiko Dinucci – o terceto primordial do Metá Metá – e Sergio Machado (bateria, sampler e percussão) e Marcelo Cabral (baixo elétrico e acústico) – estreitos e intensos colaboradores nesta criação – se viram em palpos de aranha quando entregaram o conjunto de temas para o Grupo Corpo. Formatada inicialmente como um disco da banda, onde os temas ou canções, se esgotam em si mesmos, a trilha não abria espaço para o exercício pleno de uma arte eminentemente física, que atinge a sua completude através da ocupação do espaço – o que reclama, necessariamente, tempo, respiração. Resultado: foi preciso eliminar temas, conceber e dilatar outros, enfim, implodir a criação, para reergue-la dentro de uma nova configuração.

Perpetuada em CD pelo Corpo, como de hábito, Gira, a trilha, conta com as participações especiais do poeta, ensaísta e artista plástico Nuno Ramos, que assina, a convite, a letra de Pé, da qual foram extraídos os versos dos títulos e intertítulos deste texto, e da cantora Elza Soares, que derrama sua voz ancestral e mitológica em duas faixas.

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Parece até que o som Do seu cajado Ensina o nosso pé Logo no início de Gira, um grupo de sete bailarinas ocupa o centro da cena. Mãos cruzadas sobre a lateral esquerda do quadril, olhos fechados, troncos que pendulam sobre si mesmos em vaguíssimas órbitas, tudo nelas sugere o transe. Está estabelecido o caráter volátil do se passará no palco dali para frente.

Mas engana-se quem pensa que vai assistir a uma representação mimética dos cultos afro-brasileiros. Alimentado pela experiência presencial em ritos de celebração tanto do candomblé quanto da umbanda (em especial as giras de Exu), Rodrigo Pederneiras (re)constrói o poderoso glossário de gestos e movimentos a que teve acesso, fundindo-o com maestria ao vasto vocabulário edificado em mais de três décadas de prática como coreógrafo residente do Grupo Corpo.

A lama, o chão, a dança Um deus no asfalto Só isso a gente quer Riscadas por trios, duos ou solos brevíssimos, as formações de grupo (no mais das vezes em número de sete) serão recorrentes, como infinitas as variações de movimento que sugerem o encontro mediúnico de entidades com seus “cavalos”. Em uma trilha eminentemente rítmica, duas grandes respirações melódicas abrem espaço para a materialização de solos femininos imperiosos, dançados sobre a voz de instrumentos igualmente solitários – o baixo acústico de Marcelo Cabral, em Agô Lonan, e o sax tenor de Thiago França, em Okuta Yangi I (tema inspirado na concepção de Exu por Orunmilá e sua esposa).

Nos figurinos, Freusa Zechmeister adota a mesma linguagem para todo o elenco, independente do gênero: torso nu, com a outra metade do corpo coberta por saias brancas de corte primitivo e tecido cru.

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Quem pisou no chão?

Quem pisou no céu?

Quem pisou no caos?

Texto: Angela De Almeida

– PROGRAMA –

BACH

[1996]

coreografia: RODRIGO PEDERNEIRAS

música: MARCO ANTÔNIO GUIMARÃES
[sobre a obra de J. S. Bach]

cenografia: FERNANDO VELLOSO e PAULO PEDERNEIRAS

figurino: FREUSA ZECHMEISTER

iluminação: PAULO PEDERNEIRAS

[duração: 45 minutos]

Um jogo entre o que se ouve e o que se vê, onde o barroco de Bach e o barroco de Minas Gerais, no Brasil, se realizam como dança. A coreografia aspira ao que está acima, e a música, ao que está dentro das partituras de Bach e que Marco Antônio Guimarães, o compositor, nos ajuda a descobrir.

Entre azuis, dourados e escuros, uma dança que celebra a arquitetura da vida: fluxo contínuo de onde emergem construções cinéticas surpreendentes.

Remontagem de Bach ( ensaios)

https://www.youtube.com/watch?v=SqMOVIDisDs

Bach 1996

https://www.youtube.com/watch?v=72ZMx3-lWr8

GIRA

[estreia]

coreografia: RODRIGO PEDERNEIRAS

música: METÁ METÁ

cenografia: PAULO PEDERNEIRAS

figurino: FREUSA ZECHMEISTER

iluminação: PAULO PEDERNEIRAS e GABRIEL PEDERNEIRAS

[duração: 40 minutos]

GRUPO CORPO

www.grupocorpo.com

Lei Federal de Incentivo à Cultura

Patrocínio:

COPASA, CEMIG, BDMG CULTURAL, BDMG, GOVERNO DE MINAS GERAIS,

PETROBRAS, ITAÚ e INSTITUTO CCR

Realização:
INSTITUTO CULTURAL CORPO, MINISTÉRIO DA CULTURA, GOVERNO FEDERAL

Classificação etária: 14 anos

SÃO PAULO

4 a 13 de agosto

Teatro Alfa

(Rua Bento Branco de Andrade Filho, 722, Santo Amaro (11 5693-4000 | 0300 789-3377)

Quartas e quintas 21h . Sextas 21h30 . Sábados 20h . Domingos 18h

Setores I e II R$ 160 . Setor III R$ 90 . Setor IV R$ 50

Crianças de até 12 anos, idosos, estudantes e professores da Rede Pública de São Paulo pagam meia entrada. Desconto de 50% na compra de até 2 ingressos para a força de trabalho da Petrobras com crachá e para clientes do Cartão Petrobras mediante apresentação do mesmo.

Venda na bilheteria do teatro de segunda a sábado das 11h às 19h, domingos das 11h às 17h,

e, em dias de espetáculo, até o início do mesmo.

Venda online www.ingressorapido.com.br

Ingressos em domicílio: Call Center Ingresso Rápido 11 4003-1212
Atendimento de segunda a sábado das 11h às 19h e domingos e feriados das 11h às 17h.

Assessoria de Imprensa

Luciana Medeiros (21) 2294-4560 | 98139-0202 (Tim) | lucianamedeiros@verbovirtual.com.br

Alexandre Felix (11) 99220-4814 (Claro) | 7912-4338 | tilele@yahoo.com.br

RIO DE JANEIRO

23 a 27 de agosto

Quarta a domingo

Theatro Municipal do Rio de Janeiro

(Praça Floriano, s/no ((21) 2332-9191 | 2332-9005)

Quarta a sexta, 20h. Sábado 21h. Domingo, 17h

Frisas e Camarotes R$ 720 (6 lugares)

Plateia e Balcão Nobre R$ 120 . Balcão Superior R$ 90 . Galeria R$ 60

Preços com desconto para Idosos, Estudantes e Deficientes (50%);

Assinantes AATM e Funcionários Públicos Estadual (10%)

Desconto de 50% na compra de até 2 ingressos para clientes do Cartão Petrobras

e funcionários da empresa, mediante apresentação de crachá.

Vendas na bilheteria do TMRJ, das 10 às 18h, e, em dias de espetáculo, até o início do mesmo.

Venda online www.ingressorapido.com.br

Assessoria de Imprensa

Luciana Medeiros | (21) 98139-0202 (Tim) | lucianamedeiros@verbovirtual.com.br

Paula Catunda (21) 98795-6583 (Claro) | paula.catunda@gmail.com

BELO HORIZONTE

2 a 6 de setembro

Sábado a quarta

Palácio das Artes

(Avenida Afonso Pena, 1.537, Centro ( 31 3236-7400)

Sábado, Segunda, Terça e Quarta 20h30 . Domingo 19h

R$ 90 (inteira) . R$ 45 (meia)

Ingressos à venda na bilheteria do teatro (informações: 31 3236-7400)

Venda online www.ingressorapido.com.br

Assessoria de Imprensa

Ângela Azevedo (31) 99114-7229 (Claro) | 3297-1014 | angela@noir.com.br Daniel Neto (31) 98232 6242 (Vivo) danielcgneto@gmail.com

PORTO ALEGRE

7 e 8 de outubro

Sábado e domingo

Teatro do Sesi

(Avenida Afonso Pena, 1.537, Centro ( 31 3236-7400)

Sábado, 21h . Domingo 19h

R$ 100 (plateia baixa) . R$ 00 (plateia alta) . R$ 70 (mezanino)

Ingressos à venda nas Lojas Multisom:

Multisom (Rua das Andradas, 1001, Centro) – Horário de funcionamento: se segunda a sexta, das 9h às 18h30; sábados, das 9h às 18h. Formas de pagamento: Dinheiro/débito/Crédito (1x)/Vale Cultura

Multisom – Bourbon Shopping Ipiranga – Av. Ipiranga, 5200 – Jardim Botânico

Horário de funcionamento: de segunda a sábado, das 10h às 22h; domingos, das 14h às 20h. Forma de pagamento: somente dinheiro

Multisom – Praia de Belas Shopping – Av Praia de Belas, 1181, Praia de Belas

Horário de funcionamento: de segunda a sábado, das 10h às 22h; domingos, das 14h às 20h. Forma de pagamento: somente dinheiro

Multisom – Shopping Iguatemi – Av João Wallig, 1800, loja 109

Horário de funcionamento: de segunda a sábado, das 10h às 22h; domingos, das 14h às 20h. Forma de pagamento: Dinheiro/débito/Crédito (1x)/Vale Cultura

Multisom – Barra Shopping Sul – Av. Diário de Notícias, 300

Horário de funcionamento: de segunda a sábado, das 10h às 22h; domingos, das 14h às 20h. Forma de pagamento: Dinheiro/débito/Crédito (1x)/Vale Cultura

Venda Online: www.blueticket.com.br

Desconto de 50% na compra de até 2 ingressos para a força de trabalho da Petrobras com crachá e para clientes do cartão Petrobras com o cartão.

​Vendas no Teatro do Sesi somente nos dias dos espetáculos.​ ​A bilheteria abre sempre duas horas antes do início do espetáculo.​

Assessoria de Imprensa

Eduardo Elias [Branco Produções] | eduardo@brancoproducoes.com.br – tel: [51] 3231.4142

Corpo lança as trilhas de seus balés em plataformas digitais

A coleção de preciosidades musicais criadas por encomenda do Grupo Corpo agora também podem ser encontradas em versão digital – e não somente nos CDs, à venda durante as temporadas. A companhia mineira, que desde 1992 vem encomendando trilhas inéditas para seus balés a nomes de proa da música brasileira, está colocando nas plataformas digitais treze delas. Entram no ar, dia 7 de julho:

– Nazareth – de José Miguel Wisnik [sobre obra de Ernesto Nazareth] (1993)

– Bach – de Marco Antônio Guimarães [sobre a obra de J. S. Bach] (1996)

– Paralelo – de Tom Zé e José Miguel Wisnik (1997)

– Benguelê – de João Bosco (1998)

– O Corpo – de Arnaldo Antunes (2000)

– Santagustin – de Tom Zé e Gilberto Assis (2002)

– Onqotô – de Caetano Veloso e José Miguel Wisnik (2005)

– Breu – de Lenine (2007)

– Imã – de + 2 | Moreno, Domenico, Kassin (2009)

– Sem Mim – de Carlos Núñez e José Miguel Wisnik (2011)

– Triz – de Lenine (2013)

– Dança Sinfônica – de Marco Antônio Guimarães (2015)

– Suíte Branca – de Samuel Rosa (2015)

Com distribuição da Tratore, as obras estarão disponíveis em todas as plataformas onde o público adquire música (veja uma lista completa no final do texto). Dentre as principais, Google Play, Napster e Spotfy estão destacando as trilhas em suas playlists , rádios online e push notifications.

iTunes / Apple Music / Deezer – TIM Music / Spotify / Google Play Music / Tidal / Amazon MP3 / eMusic / Napster – Vivo Música / Radio Uol Brasil / LyricFind / Kiwiii / YouTube / Youtube (Autoral) / VEVO / Shazam / Soundcloud / Gracenote / Beatport / Juno / Vivo Brasil / TIM Brasil / Groove / HDtracks / MUVE / Cricket / 7Digital / Pono / Last.fm / 24-7 Entertainment / Amazon Disc-On-Demand / AMI Entertainment / Ariama / MyPlay Classical / Aspiro / AT&T Full-Track / AT&T Ringtone / Audible Magic / Bandit.fm / Basepoint Media / BBM Music / Bell Mobility Full Track / Bell Mobility Ringtone / BigPond / Telstra / Bleep / Boomkat / BounDEE / ChartsNow / Claro Música / Classical Archives / Classical.com / Dada Full-Track / Dada Ringtone / Dance Music Hub / Dancetracks Digital / Digital Tunes / DJ Shop / DJ Tunes / Drum & Bass Arena / Eircom / Faro Latino / FunMobility (Infospace) / Get Music / Halcyon / IMImobile Full-Track / IMImobile Ringtone / InProdicon Insound / iPlay / JB Hi-Fi / Jesta Digital (Foxmobile/Jamba) / KKBOX / Library Ideas / Freegal / LiveWire / Groove Mobile / Lobus Mobile / Loudtrax / Love Da / MediaNet / Mediatheque / Mix and Burn / Neurotic Media / Noah Media Ringtone / Other Music / Puretracks / Qobuz / R2G / Real Networks Full-Track / Real Networks Ringtone / Rogers Wireless Full-Track / Rogers Wireless Ringtone / SecuryCast / SendMe Mobile / Skyrockit (Moderati) / Slacke / SoundExchange / SoundScan Canada / Sprint / Starzik / Stompy / T-Mobile Ringtone / T-Online / Musicload / Telefonica (Mundo) / Telus / Thrill Jockey / Fina / Thumbplay Ringtone / Track It Down / Traxsource / Turntable Lab / Urfilez Full-Track / Urfilez Ringtone / Verizon Ringtone / Verizon Wireless / VidZone Digital Media / Virgin Mobile USA / Virginmega.fr / Blinkbox Music / WIN Plc (Pocket Group) / Zed (9Squared) /Zero Inch

Ângela Azevedo

Noir Comunicação Total

Rua Carangola 75/21 – Santo Antônio

Belo Horizonte – MG – 30330-240

55 (31) 3297 1014 & (31) 99114 7229

www.noir.com.br

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0 0 1060 18 julho, 2017 Agenda Cultural julho 18, 2017

Sobre o autor

CEO e Fundador da 2/1 Revista Eletrônica, Relações Corporativas, Ombudsman, atuou no Jornal O GLOBO (GRUPO GLOBO), Diário da Tarde (Diários Associados), Diário do Comércio, Pohlig Heckel do Brasil (Grupo Belgo Mineira) e Diretor de Relações Públicas do Rotary Club.

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