CIA EM OBRA, DO RIO DE JANEIRO, TRAZ DUAS MONTAGENS AO TEATRO BRADESCO
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CIA EM OBRA, DO RIO DE JANEIRO, TRAZ DUAS MONTAGENS AO TEATRO BRADESCO

CIA EM OBRA, DO RIO DE JANEIRO, TRAZ DUAS MONTAGENS AO TEATRO BRADESCO, DIAS 4 E 5 DE AGOSTO: O ADULTO “SOBRA” E O INFANTIL “O CONFUSO E MISTERIOSO ROUBO DAS VÍRGULAS”

O espetáculo teatral musicado infantil “O confuso e misterioso roubo das vírgulas” é um dos repertórios que os cariocas da Cia em Obra traz a Belo Horizonte, no dia 5 de agosto, sábado, às 16h, no Teatro Bradesco. Adaptado do texto homônimo de Iuri Kruschewsky, dramaturgia e direção de Pedro Emanuel, a peça estreou em 2013, na cidade do Rio de Janeiro, tendo realizado 50 apresentações ao longo de 18 meses, em diferentes teatros da capital carioca e interior, sendo eleita pela Revista Veja Rio como uma das 5 melhores peças infantis de 2013. No elenco estão os atores Eduardo Parreira, Mario Terra, Pedro Casarin, Rubi Schumacher e Zeca Richa que interpretam e cantam seis músicas, sob a direção musical de Jonas Hammar. Na peça, as músicas aparecem como um recurso narrativo: ela colabora com a ação realizada pelos personagens e os atores tocam guitarra, ukelelê e violão ao vivo.

(Informações do espetáculo “Sobra” seguem em outro e-mail.)

O enredo se passa num simpático sítio no interior, quando um crime inusitado acontece: todas as vírgulas são roubadas. Cartas, cheques, receitas de comida e tudo o que possa ser escrito respeitando a utilização das vírgulas está ameaçado. Antes que a pacata cidadezinha fique muito prejudicada pelos roubos, um trio da pesada entra em ação a fim de solucionar o caso. Joãozinho (Zeca Richa), Fabiana (Rubi Schumacher) e Pedroca (Mario Terra) mergulham fundo numa divertida investigação que dá o tom da peça O Confuso e misterioso roubo das vírgulas. O espetáculo, primeira incursão da jovem Cia em Obra (fundada há cinco ano) no universo infantil.

“Quando o Iuri nos contou a história de seu livro infantil sobre o roubo das vírgulas, imediatamente ficamos fascinados com o enredo e tivemos a ideia de adaptá-lo para o teatro. Traduzir em cena as palavras deste divertido texto tem sido um jogo instigante e prazeroso”, observa Pedro, parceiro de Kruschewsky também na Companhia Sala Escura de Teatro. A dupla se conheceu no curso de Artes Cênicas da Faculdade da Cidade e, desde então, tem emendado, com sucesso de público e crítica, um projeto atrás do outro. “Decidi escrever para as crianças, pois acredito que essa é a fase fundamental para criação do público que irá frequentar os teatros e as bibliotecas da cidade”, explica Kruschewsky.

Em cena, o primeiro roubo acontece na carta que Joãozinho escreve para sua amiga Fabi. Sem as vírgulas, a carta perde seu sentido e muda completamente as intenções do menino. Depois, somem da receita de bolo fazendo com que este acabe por solar, depois das contas da vovó Vitória, gerando um valor muito mais alto que o real. As vírgulas passam a desaparecer de todo tipo de documento escrito e levam a cidade ao estado de alerta geral. Joãozinho, de 10 anos, Fabiana, de 9, e Pedroca, de 6, percebem que o sítio da vovó fica enlouquecido com estes roubos e decidem investigar quem é o ladrão das vírgulas, pois sem elas tudo que é escrito perde o sentido, com os moradores mal conseguindo se comunicar.

“Não se pode falar com a criança como se ela fosse desprovida de inteligência. Nossa proposta é entreter, mas com qualidade, fazendo com que a garotada adquira conhecimento”, continua Pedro, num discurso que encontra eco em Kruschewsky. “As crianças do século XXI vivem cercadas pela Internet, pelos celulares e videogames portáteis. Cada vez mais escrevem abreviando as palavras e sem respeitar a pontuação. Escrevi esse texto como forma de resgate à língua portuguesa e principalmente, um resgate da criança que brinca na rua, com os pés no chão, sujos de lama”, diz o autor, que é filho de escritor e jornalista.

Sinopse: Espetáculo teatral adaptado do livro homônimo de Iuri Kruschewsky. O enredo se desenvolve em uma fazenda, iniciado por um grande mal entendido após o desaparecimento das vírgulas de uma carta. Todas as vírgulas da cidade começam a desaparecer causando uma grande confusão. O projeto contribui com a formação pedagógica do público infantil, abordando a correta utilização da língua portuguesa; incentiva a formação de plateia de forma lúdica e fantasiosa e une expressões artísticas diferentes: o teatro e a música.

Em uma frase: Todas as vírgulas da cidade começam a desaparecer causando uma grande confusão.

Ficha Técnica:

Elenco: Eduardo Parreira, Mario Terra, Pedro Casarin, Rubi Schumacher e Zeca Richa / Dramaturgia e direção Pedro Emanuel / Texto original: Iuri Kruschewsky / Iluminação: João Gioia / Cenário : Carlos Augusto Campos / Figurino: Tiago Ribeiro / Adereços: Waleska Laine / Letras e melodias: Cia em Obra / Iluminadora assistente: Ana Luzia de Simoni Costureira: Linda Carvalho / Contrarregra: João Batista da Silva / Montagem cenotécnica: Articulação Cenográfica / Direção musical: Jonas Hammar / Fotos: Ícaro Salek / Programação visual: ZR Mosaico / Produção executiva: Luísa Barros / Realização: Cia em Obra

Serviço:

“O Confuso e Misterioso Roubo das Vírgulas”

Gênero: Infantil Duração: 50min Classificação indicativa: livre

Dia 05 de agosto, sábado, às 16h
Local: Teatro Bradesco – Rua da Bahia, 2244, Lourdes

Informações: (31) 35161360
Ingresso: R$22,00 (inteira)

Informações para a imprensa:

Luz Comunicação – www.luzcomunicacao.com.br

Jozane Faleiro – jozane@luzcomunicacao.com.br – 31 992046367

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas e pessoas no palco
0 0 1150 27 julho, 2017 Agenda Cultural julho 27, 2017

Sobre o autor

CEO e Fundador da 2/1 Revista Eletrônica, Relações Corporativas, Ombudsman, atuou no Jornal O GLOBO (GRUPO GLOBO), Diário da Tarde (Diários Associados), Diário do Comércio, Pohlig Heckel do Brasil (Grupo Belgo Mineira) e Diretor de Relações Públicas do Rotary Club.

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